De 2020 em diante, os preços dos produtos de primeira necessidade foram reajustados de forma assustadora havendo alguns produtos que chegaram a atingir uma triplicação de preço ao consumidor, principalmente do que se refere a produtos da cesta básica, como, por exemplo, carne, arroz, óleo de soja, açúcar, leite entre outros;
De 2020 em diante, os preços dos produtos de primeira necessidade foram reajustados de forma assustadora havendo alguns produtos que chegaram a atingir uma triplicação de preço ao consumidor, principalmente do que se refere a produtos da cesta básica, como, por exemplo, carne, arroz, óleo de soja, açúcar, leite entre outros; quem depende de um veículo como ferramenta de trabalho já pensa aceitar algum contrato de trabalho antes de calcular o custo benefício, pois os reajustes de gasolina na Petrobrás ultrapassaram a 28% em e na bomba já superior a 41% em 2020; neste ano de 2021, os reajustes já chegam a 50% na fonte e ultrapassa 64% ao consumidor, o gás de cozinha dobrou de preço em um ano.
Foram autorizados um reajuste de 10% de remédios nas farmácias e drogarias em 31 de março, mas, há alguns medicamentos que foram reajustados em percentuais superiores a 3000%, isso mesmo, leitor amigo, três mil por cento de reajuste em certos medicamentos que são utilizados no combate à covid 19; mesmo assim, os órgãos oficiais medidores de inflação persistem informar que a inflação chega ao índice de 2,3 ou no máximo 4%.
Esses indicadores são tão vergonhosos que a diretora geral do IBGE pediu demissão do cargo, o IBGE é o órgão de estatística principal do Brasil, como não quiseram divulgar mentiras, foram retaliados com cortes de verbas no seu orçamento de 45% em 2020 e 96% em 2021, ficando impossibilitado de desenvolver pesquisas, inclusive no que se refere à situação demográfica, aliás, informa-se que o orçamento do IBGE para 2021, não dará sequer, para pagar a folha de pessoal. As Universidades desenvolvem pesquisas diversas e geralmente divulgam por meio de trabalhos acadêmicos, como meio de calar os acadêmicos e pesquisadores o MEC vem cortando gradativamente as verbas destinados ao desenvolvimento de pesquisas das Universidades e dos Institutos Federais desde 2019 e, sem esses recursos o Brasil tende encolher do ponto de vista do conhecimento, da educação, da cultura e, principalmente no desenvolvimento científico.
Enquanto escrevia este artigo, vi na televisão uma reportagem mostrando o mapa da fome no Brasil, onde um analista dizia chegar a 59,4% dos brasileiros já em dificuldades para manter a sua segurança alimentar e da sua família, ainda acrescentou que cerca de 15% da população brasileira se encontra em estado de pobreza estrema já passando fome ou em risco iminente de ficar sem comida na mesa (SBT Brasil, 13.04.2021), o número de desempregados aumenta diariamente, mais de mil empresas de grande porte consideradas estabilizadas já fecharam as portas, mesmo assim, os aproveitadores da desgraça alheia persistem reajustar preços inoportunamente buscando se dar bem financeiramente contra a economia popular; como o Brasil segue à deriva do ponto de vista administrativo e sem governo, esses aproveitadores fisiologistas acabam se confirmando sua devassa sobre a economia popular e até de certa forma interferindo e colocando em risco a econômica do País.
O presidente continua com sua ignorância negacionista diante do agravo da pandemia e ao invés de comprar medicamentos, vacina e promover outros meios para combater os ataques desse vírus agressivo, determina compra de amas em grande quantidade e liberando por meio de decreto autorização para armar a população de forma até hilária, vez que fica o cidadão comum autorizado a adquirir até 4 armas, podendo portar 2 dessas e autoridades policiais poderá comprar até 6 armas, de igual modo poderá portar 2; ainda bem, que a Ministra Rosa Weber do STF vetou essa autorização pelo menos temporariamente o que deverá ser avaliado e confirmado ou não pelos demais Ministros em secção futura do STF. Como se tudo isso não bastasse, o ministro Sales do meio ambiente comando a passagem da boiada e promovendo invasões de terras, extração ilegal de madeira, promovendo garimpos clandestinos e desmatamento na floresta amazônica.
Francisco Paula Mesquita
mesquitafranciscodepaula@outlook.com
Bacharel em Teologia e pós-graduado em ciência da religião – ABECAR/SP;
Habilitado para o magistério matricula nº1767/86 DRT/GO;
Técnico em agropecuária – IFGOIANO, Rio Verde GO;
Tecnólogo em Gestão de Pequenas Empresas-Centro Paula Souza SP.