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2022-03-20 23:31:00

Poder pelo poder

Presidente da Rússia desde 2012, Vladimir Vladimirovtch Putin e, com projeção de domínio para até 2036, segundo lei por ele assinada, não contente por apenas dominar a Rússia e o povo russo com sua prepotência, quer também aliciar e dominar o povo vizinho, principalmente, os países que compunha a antiga União Soviética, extinta em 1991, a União Soviética era composta por cerca de 15 Repúblicas, Rússia, Ucrânia, Bielo-Rússia, Uzbequistão, Cazaquistão, Geórgia, Azerbaijão, Lituânia, Moldávia, Letônia, Quirguistão, Tajiquistão, Armênia, Turcomenistão e Estônia. 

Presidente da Rússia desde 2012, Vladimir Vladimirovtch Putin e, com projeção de domínio para até 2036, segundo lei por ele assinada, não contente por apenas dominar a Rússia e o povo russo com sua prepotência, quer também aliciar e dominar o povo vizinho, principalmente, os países que compunha a antiga União Soviética, extinta em 1991, a União Soviética era composta por cerca de 15 Repúblicas, Rússia, Ucrânia, Bielo-Rússia, Uzbequistão, Cazaquistão, Geórgia, Azerbaijão, Lituânia, Moldávia, Letônia, Quirguistão, Tajiquistão, Armênia, Turcomenistão e Estônia. 

Atualmente com 20 anos de poder, já alcança a marca de o segundo líder russo com maior longevidade no poder, apesar de a Constituição daquele país permitir reeleições presidenciais por apenas dois mandatos; mas, como conseguiu? O famoso jeitinho (não tem o jeitinho brasileiro que é tão popular entre os espertos aqui no Brasil)? Então, lá também há o jeitinho para os malandros e espertalhões, ocorre, que Vladimir deixou a presidência no vencimento do seu mandato e se tornou primeiro ministro, mas, continuou a ser o mandatário absoluto do seu País. 

Num passado recente recebeu a visita do presidente brasileiro e sua afirmação de apoio absoluto por parte do governo brasileiro, como se Putin realmente viesse algum dia precisar do apoio de um Bolsonaro, mas, o mandatário Russo se fez de educado e agradeceu pelo apoio; com a consolidação da invasão Russa à Ucrânia, mesmo diante de tantas tentativas de conciliação por parte do mundo globalizado, o mundo inteiro se manifesta contra a guerra provocada por Vladimir Putin, com exceção dos presidentes dos três países que mais oferecem ameaças à democracia mundial, Brasil, China e Índia, aliás, Bolsonaro o presidente do Brasil a essas alturas deve estar delirando em orgasmos ao ver e assistir eventos sanguinários, seu principal prazer. 

Todavia, o que mais me deixa inculcado é o fato de que o famoso episódio de o protecionismo para gente graúda, não ocorre apenas aqui no Brasil, lá pras bandas do “chamado” primeiro mundo isso também é uma constante; a Rússia é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, e não pode sofrer punições exemplares por esse Conselho, justamente por ser conselheira permanente, não deveria ser tomado medidas fortes inclusive excluindo a Rússia deste tal conselho? Com a deflagração deste conflito, podemos nos preparar para mais um agravo na economia mundial e como o Brasil é parte do mundo, sofreremos os impactos com aumento de inflação, juros exorbitantes, reajustes de combustíveis e o pior, conviver com o desemprego e a pobreza extrema que certamente há de aumentar ainda mais. 

Neste ano de eleições pouco ou nada serão feitos por parte dos nossos supostos representantes já que estarão empenhados na luta pelo poder e pela continuidade no poder, digo supostos representantes, levando em conta o que diz a Constituição Federal a respeito da distribuição de representatividade no poder legislativo, onde diz a própria Constituição no seu artigo 44, que os deputados serão representantes do povo e os senadores serão os representantes do Estado e do Distrito Federal, mas, a pergunta continua a insistir: Será que os deputados estarão realmente empenhados na representação do seu povo, ou se preocupam apenas com seu projeto pessoal de poder político e financeiro? Tenho 71 anos e já caminho para alcançar a marca de 72 anos, nunca consegui encontrar algum ponto onde o deputado defende e ou representa o cidadão brasileiro (enquanto cidadão comum), sempre os vejo lutando pelo crescimento das elites e nos seus projetos pessoais, o povo em si, nunca foi representado no legislativo, quer seja esse por parte do deputado federa, do deputado estadual e muito menos pelos vereadores que são os legisladores municipais. 

Por outro lado, não posso negar que o poder legislativo representa grupos, principalmente, seu monopólio, seu corporativismo. Um dia essa filosofia há de mudar, não sei, a Constituição está aí, é só cumprir o que ela determina.