2019-09-01 07:54:00
Moradores do Maranata querem melhor abastecimento de água
Preocupado com as constantes faltas de água no Bairro Maranata em Rio Verde, presidente da associação de moradores, Rogério Paz, promove encontro entre a comunidade e SANEAGO, na segunda quinzena de agosto, a perfuração de um poço artesiano é previsto na região
Preocupado com as constantes faltas de água no Bairro Maranata em Rio Verde, presidente da associação de moradores, Rogério Paz, promove encontro entre a comunidade e SANEAGO, na segunda quinzena de agosto, a perfuração de um poço artesiano é previsto na região
As faltas constantes de água fazem parte da rotina de alguns munícipes da região norte de Rio Verde, a exemplo da população do Bairro Maranata que enfrenta o problema praticamente todos os meses, sobretudo nos finais de semana. Ciente da questão, o presidente da Associação de Moradores do Bairro Maranata (Amorma), Rogério Paz, promoveu uma reunião na sede da associação, onde participaram alguns moradores e dirigentes da Saneago na última segunda-feira, dia 26.
A meta do encontro foi buscar soluções para o problema. Paz convidou a gerência da Saneago em Rio Verde que trouxe as devidas explicações sobre os reais motivos dessa irregularidade que afeta a comunidade local.
Segundo o presidente da Amorma, a reunião foi bastante proveitosa, ao dizer que a Saneago esclareceu os pontos a respeito da situação prejudicial no bairro. Em seguida, a empresa pública aproveitou para mostrar as providências que vem tomando a fim de melhorar a capacidade de abastecimento de água na região.
Portanto, a informação da empresa é de que está em trâmite uma licitação pública para que uma prestadora de serviço perfure poços artesianos no Bairro Maranata e região. “A perfuração desses poços é um dos mecanismos que solucionaria a questão da falta de água no bairro”, comentou Paz.
No encontro, os presentes ainda decidiram montar uma comissão, em nome da Amorma, com o intuito de levar reivindicações aos deputados estaduais. “É inadmissível uma comunidade que contribui com impostos e paga conta de água, mas sofre quando chega em casa e não tem água para tomar banho”, disse Paz. Logo, o presidente da Amorma espera que as providências sejam tomadas pelas autoridades.
Conforme explicações da Saneago, a comunidade do Maranata consome em média 900 mil litros de água por dia, mas a empresa de saneamento em Goiás consegue ofertar no máximo 480 mil litros no setor diariamente. “Isso porque não há reservatório suficiente na hora de armazenar essa quantidade de água. Desse modo, a solução seria e perfuração de poços”, entende Rogério Paz.
Hoje, o Residencial Maranata não é um setor independente em Rio Verde. A região depende do abastecimento de outros locais do município. “Quando alcança um determinado nível de água na estação de tratamento central, que utiliza o Córrego Abóbora, a água percorre no Maranata depois. Assim, ela chega tardia, porque primeiro acontece o abastecimento dos setores mais antigos que já estão programados”, informou um funcionário da Saneago que preferiu não se identificar.
O funcionário avalia que um poço artesiano voltado apenas ao abastecimento do Bairro Maranata, cuja vazão seja de 15 litros por segundo, seria o suficiente para atender a demanda local.
As faltas constantes de água fazem parte da rotina de alguns munícipes da região norte de Rio Verde, a exemplo da população do Bairro Maranata que enfrenta o problema praticamente todos os meses, sobretudo nos finais de semana. Ciente da questão, o presidente da Associação de Moradores do Bairro Maranata (Amorma), Rogério Paz, promoveu uma reunião na sede da associação, onde participaram alguns moradores e dirigentes da Saneago na última segunda-feira, dia 26.
A meta do encontro foi buscar soluções para o problema. Paz convidou a gerência da Saneago em Rio Verde que trouxe as devidas explicações sobre os reais motivos dessa irregularidade que afeta a comunidade local.
Segundo o presidente da Amorma, a reunião foi bastante proveitosa, ao dizer que a Saneago esclareceu os pontos a respeito da situação prejudicial no bairro. Em seguida, a empresa pública aproveitou para mostrar as providências que vem tomando a fim de melhorar a capacidade de abastecimento de água na região.
Portanto, a informação da empresa é de que está em trâmite uma licitação pública para que uma prestadora de serviço perfure poços artesianos no Bairro Maranata e região. “A perfuração desses poços é um dos mecanismos que solucionaria a questão da falta de água no bairro”, comentou Paz.
No encontro, os presentes ainda decidiram montar uma comissão, em nome da Amorma, com o intuito de levar reivindicações aos deputados estaduais. “É inadmissível uma comunidade que contribui com impostos e paga conta de água, mas sofre quando chega em casa e não tem água para tomar banho”, disse Paz. Logo, o presidente da Amorma espera que as providências sejam tomadas pelas autoridades.
Conforme explicações da Saneago, a comunidade do Maranata consome em média 900 mil litros de água por dia, mas a empresa de saneamento em Goiás consegue ofertar no máximo 480 mil litros no setor diariamente. “Isso porque não há reservatório suficiente na hora de armazenar essa quantidade de água. Desse modo, a solução seria e perfuração de poços”, entende Rogério Paz.
Hoje, o Residencial Maranata não é um setor independente em Rio Verde. A região depende do abastecimento de outros locais do município. “Quando alcança um determinado nível de água na estação de tratamento central, que utiliza o Córrego Abóbora, a água percorre no Maranata depois. Assim, ela chega tardia, porque primeiro acontece o abastecimento dos setores mais antigos que já estão programados”, informou um funcionário da Saneago que preferiu não se identificar.
O funcionário avalia que um poço artesiano voltado apenas ao abastecimento do Bairro Maranata, cuja vazão seja de 15 litros por segundo, seria o suficiente para atender a demanda local.
Texto Valério Delfino







