2020-02-16 07:59:00
Prefeito Paulo do Vale anuncia reajuste 12,90 para os professores
O prefeito Rio Verde Paulo do Vale anunciou dia 10 de fevereiro, o reajuste de 12,90 para os professores da rede municipal, o novo reajuste já está valendo desde o dia 02 de janeiro, a diferença da folha de janeiro será paga na folha de fevereiro.O Prefeito de Rio Verde disse; que em seu governo os professores sempre tiveram reajuste acima do piso nacional de salário, que neste ano não seria diferente, o MEC recomendou um reajuste de 12,84 o prefeito arredondou para 12.90. E declarou em meu governo Educação, Saúde e segurança são prioridades número um
O prefeito Rio Verde Paulo do Vale anunciou dia 10 de fevereiro, o reajuste de 12,90 para os professores da rede municipal, o novo reajuste já está valendo desde o dia 02 de janeiro, a diferença da folha de janeiro será paga na folha de fevereiro.
Paulo do Vale anunciou o reajuste em seu discurso na inauguração do CMEI Terêncio Pereira Filho. O Prefeito de Rio Verde disse; que em seu governo os professores sempre tiveram reajuste acima do piso nacional de salário, que neste ano não seria diferente, o MEC recomendou um reajuste de 12,84 o prefeito arredondou para 12.90. E declarou em meu governo Educação, Saúde e segurança são prioridades número um, em diferentes de reeleição, estou autorizando o aumento porque os professores merecem! Só a educação pode salvar nosso país.
O secretário de Educação Miguel Ribeiro em sua fala; parabenizou o prefeito pelos os investimentos em educação e ressaltou, que mesmo o MEC estipulando o reajuste em 12,84 o prefeito não é obrigado por lei atender o teto máximo, porém nos quatro anos de mandado o prefeito Paulo do Vale concedeu os reajustes acima do piso, e que acumulados, os professores de Rio Verde tiveram mais de 36% de reajustes em seu salários, sendo aplaudido por diretores, professores e público presente no evento.
E para reforçar a nossa matéria veja a reportagem do Jornal O popular falando do novo piso dos professores publicada na edição do dia 9/02,
Gestores já calculam impacto do reajuste de 12,84% determinado pelo governo federal; com aumento, valor mínimo para docentes da educação básica subiu para R$ 2.886,15
Os gestores que têm em comum o interesse na disputa pela reeleição neste ano, já decidiram pelo pagamento integral do reajuste de 12,84% no piso salarial dos professores, determinado pelo Ministério da Educação, ou estão em fase de avaliar o impacto econômico, com a intenção de negociar com a categoria as condições do pagamento do índice. Com reajuste, o piso dos professores da educação básica do Brasil passou de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,15.
O aumento é calculado anualmente com base nas receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e segue as determinações da Lei n°11.738, de 2008. O porcentual estipulado para 2020 causou polêmica entre os prefeitos por ser maior do que o de anos anteriores. Em 2019, o reajuste foi de 4,1 %. No entanto, os profissionais da educação são vistos como categoria estratégica dentro do funcionalismo para os prefeitos que desejam garantir mais um mandato, em especial nos maiores municípios.
Em aparecida de Goiânia, segunda maior cidade do Estado, a Secretaria da Fazenda ainda trabalha para finalizar o estatuto de impacto financeiro provocado pelo reajuste. A expectativa é iniciar o pagamento em fevereiro. Na semana passado, o prefeito Gustavo Mendanha (MDB), candidato à reeleição, anunciou o pagamento integral do aumento, durante evento da prefeitura.
O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), assinou dia 07, o decreto de reajuste dos professores. A expectativa da categoria é começar a receber o novo valor, retroativo a janeiro, com os vencimentos referentes a fevereiro. Na capital, o prefeito ainda não oficializou sua candidatura à reeleição, mas apoiadores estão confiantes de que ele sairá para mais uma disputa.
A situação é semelhante em Anápolis, aonde o prefeito Roberto Naves (PP) já definiu o pagamento do novo piso para os profissionais que recebem os menores salários. Entretanto, está em discussão o impacto de aplicar o percentual também com base na carreira, aumentando o salário de professores que recebem mais que o piso, conforme está previsto na legislação. “Precisamos observar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), pois não podemos ultrapassar o limite de gastos com a folha. A decisão será tomada na próxima semana. Estamos analisando quanto teremos de Fundeb. Mas ninguém receberá menos que o piso”, afirma. A LRF determina o limite de gastos com pessoal de 60% da Receita Corrente Líquida dos municípios.
Em Rio Verde, cidade localizada no sudoeste do Estado, o novo porcentual também será pago retroativo a janeiro. De acordo com o Prefeito Paulo do Vale, o impacto mensal do reajuste será de R$ 1 milhão. “Desde 2017, estamos cumprindo os índices definidos pelo governo federal e neste ano não será diferente. Se for possível, vamos pagar até um pouco mais”, afirma o prefeito. O ultimo estudo do tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM - GO) relacionado ao tema mostra que Rio Verde tem uma das melhores médias de remuneração dos professores. R$ 6.978,66.
Como mostrou o POPULAR, o prefeito de jatai, Vinicius Luz (PSDB), também deve disputar a reeleição. Na cidade, o reajuste já foi pago no salário de janeiro. “O impacto e de R$ 145 mil por mês. Ficamos próximos ao limite prudencial da LRF, mas ainda temos margem.” Os professores de Senador Canedo também receberam o reajuste em janeiro. Segundo Divino Lemos (PSD), o impacto financeiro é de R$ 1 milhão por mês.
Em catalão, Adib Elias (sem partido) estima que os professores devem receber o novo salário a partir de fevereiro. O impacto estimado na folha da educação é de cerca de R$ 360 mil por mês.
Em Porangatu, cidade com 45 mil habitantes, Pedro Fernandes (PSDB) afirma que ainda se reunira com os secretários de Administração e Educação para definir o pagamento. “O Percentual foi alto e tem impacto para os inativos também. O governo simplesmente colocou o índice e não quis saber se os municípios têm condições ou não. Mas minha vontade é pagar”, diz Pedro Fernandes.





