2019-01-31 20:00:00
Rio Verde tem turismo
Em entrevista exclusiva ao Jornal O Espaço, Laudelino Nogueira Guimarães Júnior, Professor e Diretor Executivo de Turismo de Rio Verde, fala sobre suas atividades e projetos realizados junto a diretoria municipal de turismo em Rio Verde.
O Espaço – Rio Verde tem turismo?
Laudelino Nogueira – Esta é uma pergunta frequente. Muitos pensam que fazer turismo é viajar para lugares lindos, com belas paisagens e locais históricos. Esse é o turismo de lazer, porém, não é a única modalidade de turismo que existe. Tem também o turismo de negócios, ecoturismo e outros.
Em Rio Verde tem turismo de lazer porque também temos belezas naturais. Temos também o turismo de negócios e os interessados podem vir a nossa região para conhecer também a gastronomia típica, que é diversificada; temos uma cidade universitária e cosmopolita, que recebe pessoas de vários países, o que contribuiu para a formação de uma cultura rica e com potencial para possibilitar às pessoas boa qualidade de vida.
Então, temos muito potencial turístico e, posso citar por exemplo, a modalidade ecoturismo, onde destacamos Ouroana, região tomada por belas cachoeiras, com quedas d’água que atingem até 80 metros de altura, inclusive, muitas delas não são conhecidas pelos próprios rio-verdenses.
Temos essas mesmas maravilhas da natureza na região do Rio Preto; temos a Cachoeira do São Tomaz, entre outras.
Temos recebido muitos turistas. Acontece é que muita gente da cidade não sabe disso, mas muitas pessoas de longe e de perto vêm à região de Rio Verde para visitar e conhecer coisas que o cidadão daqui, nem sonha ter.
Nossa função é divulgar esse potencial turístico e também dotar de infraestrutura os locais para receber os turistas.
Em Ouroana, temos o Centro de Atendimento ao Turista – CAT, que foi o primeiro a ser criado, onde os turistas vão encontrar além de informações sobre a região, apoio para suas necessidades e interesses. É claro que muita coisa ainda precisa ser feita e, o governo Paulo do Vale está preocupado em dar condições para que esse trabalho se realize. Por isso, acreditamos que até o final deste governo, teremos todas as áreas turísticas alinhadas com isso boa estrutura para receber aqueles que nos visitam.
Em Rio Verde tem turismo de lazer porque também temos belezas naturais. Temos também o turismo de negócios e os interessados podem vir a nossa região para conhecer também a gastronomia típica, que é diversificada; temos uma cidade universitária e cosmopolita, que recebe pessoas de vários países, o que contribuiu para a formação de uma cultura rica e com potencial para possibilitar às pessoas boa qualidade de vida.
Então, temos muito potencial turístico e, posso citar por exemplo, a modalidade ecoturismo, onde destacamos Ouroana, região tomada por belas cachoeiras, com quedas d’água que atingem até 80 metros de altura, inclusive, muitas delas não são conhecidas pelos próprios rio-verdenses.
Temos essas mesmas maravilhas da natureza na região do Rio Preto; temos a Cachoeira do São Tomaz, entre outras.
Temos recebido muitos turistas. Acontece é que muita gente da cidade não sabe disso, mas muitas pessoas de longe e de perto vêm à região de Rio Verde para visitar e conhecer coisas que o cidadão daqui, nem sonha ter.
Nossa função é divulgar esse potencial turístico e também dotar de infraestrutura os locais para receber os turistas.
Em Ouroana, temos o Centro de Atendimento ao Turista – CAT, que foi o primeiro a ser criado, onde os turistas vão encontrar além de informações sobre a região, apoio para suas necessidades e interesses. É claro que muita coisa ainda precisa ser feita e, o governo Paulo do Vale está preocupado em dar condições para que esse trabalho se realize. Por isso, acreditamos que até o final deste governo, teremos todas as áreas turísticas alinhadas com isso boa estrutura para receber aqueles que nos visitam.
O Espaço – O que o senhor tem feito para melhorar e para apresentar o potencial turístico de Rio Verde para o Brasil e para o mundo?
Laudelino Nogueira – Muita coisa já foi feita e ainda, muito há de ser feito. Antes de nós, este setor estava praticamente paralisado, tanto, que ficamos fora do Mapa Turístico Brasileiro. Não fazer parte do Mapa Turístico significa estar vetada a possibilidade de se conseguir qualquer tipo de convênio ou recursos para alavancar o turismo. Por isso, nossos primeiros passos foram manter contato com a Goiás Turismo e com o Ministério do Turismo, aproveitando a oportunidade dada em 2016, para fazer o que fosse preciso para atender as exigências junto a esses órgãos, para que Rio Verde fosse recolocado no Mapa Turístico Brasileiros, o que conseguimos.
Depois disso, entramos com projetos para conseguir verbas para fazer as devidas restaurações e ainda, dar as devidas condições de infraestrutura às diversas localidades do Município, que viabilizarão o desenvolvimento turístico de Rio Verde. Vários projetos já estão no Ministério do Turismo e julgamos que em pouco tempo teremos respostas positivas com relação a eles, pois temos expectativas de realizar alguns destes projetos, ainda neste ano.
Além disso, Rio Verde se uniu a outros 12 municípios no Fórum Turístico Pegadas no Cerrado. Para se ter uma ideia, são 10 regionais no Estado e Rio Verde, é a maior delas, que conta com 13 municípios e com maior em extensão territorial e abrangência.
Agora temos uma Associação que representa todos esses 13 municípios, que somam forças e representatividade, na qual a Rio Verde tem a vice-presidência.
Rio Verde, Jataí, Mineiros, Paraúna, Serranópolis, Chapadão do Céu, Caiapônia e Turvelândia, além de Jandaia e Santa Helena, que estão chegando, todos, inseridos nessa regional e, isso será de grande importância a médio e longo prazo, para o turismo de nosso Município.
Também realizamos aqui, o Fórum Turístico dessa regional Pegadas no Cerrado; Rio Verde não recebia um evento como esse, há pelo menos cinco anos.
Realizamos ações muito importantes para estruturar o artesanato da região, inclusive, o principal projeto é denominado Sexta-Feira na Feira, e que é realizado nas praças da cidade, onde também acontecem apresentações de shows artísticos, gastronomia, entretenimento para as crianças e parcerias que fazemos para valorizar a cultura local. Vale mencionar que outros municípios já copiaram o nosso projeto.
Laudelino Nogueira – Muita coisa já foi feita e ainda, muito há de ser feito. Antes de nós, este setor estava praticamente paralisado, tanto, que ficamos fora do Mapa Turístico Brasileiro. Não fazer parte do Mapa Turístico significa estar vetada a possibilidade de se conseguir qualquer tipo de convênio ou recursos para alavancar o turismo. Por isso, nossos primeiros passos foram manter contato com a Goiás Turismo e com o Ministério do Turismo, aproveitando a oportunidade dada em 2016, para fazer o que fosse preciso para atender as exigências junto a esses órgãos, para que Rio Verde fosse recolocado no Mapa Turístico Brasileiros, o que conseguimos.
Depois disso, entramos com projetos para conseguir verbas para fazer as devidas restaurações e ainda, dar as devidas condições de infraestrutura às diversas localidades do Município, que viabilizarão o desenvolvimento turístico de Rio Verde. Vários projetos já estão no Ministério do Turismo e julgamos que em pouco tempo teremos respostas positivas com relação a eles, pois temos expectativas de realizar alguns destes projetos, ainda neste ano.
Além disso, Rio Verde se uniu a outros 12 municípios no Fórum Turístico Pegadas no Cerrado. Para se ter uma ideia, são 10 regionais no Estado e Rio Verde, é a maior delas, que conta com 13 municípios e com maior em extensão territorial e abrangência.
Agora temos uma Associação que representa todos esses 13 municípios, que somam forças e representatividade, na qual a Rio Verde tem a vice-presidência.
Rio Verde, Jataí, Mineiros, Paraúna, Serranópolis, Chapadão do Céu, Caiapônia e Turvelândia, além de Jandaia e Santa Helena, que estão chegando, todos, inseridos nessa regional e, isso será de grande importância a médio e longo prazo, para o turismo de nosso Município.
Também realizamos aqui, o Fórum Turístico dessa regional Pegadas no Cerrado; Rio Verde não recebia um evento como esse, há pelo menos cinco anos.
Realizamos ações muito importantes para estruturar o artesanato da região, inclusive, o principal projeto é denominado Sexta-Feira na Feira, e que é realizado nas praças da cidade, onde também acontecem apresentações de shows artísticos, gastronomia, entretenimento para as crianças e parcerias que fazemos para valorizar a cultura local. Vale mencionar que outros municípios já copiaram o nosso projeto.
O Espaço – Tem verba para o turismo no orçamento do Município ou é preciso buscar verbas nos âmbitos estadual e federal?
Laudelino Nogueira – Nós temos dotação própria. Mas os recursos são poucos. Mesmo assim, com criatividade conseguimos realizar parte do que gostaríamos de fazer.
Laudelino Nogueira – Nós temos dotação própria. Mas os recursos são poucos. Mesmo assim, com criatividade conseguimos realizar parte do que gostaríamos de fazer.
O Espaço – Existe uma parceria do turismo de Rio Verde com festas e eventos tradicionais da região?
Laudelino Nogueira – Sim! Fazemos esse tipo de parceria, inclusive, em 2017 e 2018 realizamos o Arraial das Abóboras. Relacionado a isso, temos que falar das nossas parcerias com o Sistema S aqui em Rio Verde, o Sebrae, o Senar e o Senac, que têm sido muito importantes na estruturação de todos os eventos e ações da diretoria municipal de turismo de Rio Verde. Temos também parcerias com a Tecnoshow, a Exposição Agropecuária e a Sudoexpo, que têm suas atuações no turismo de negócios.
O Silvestre Park também é outro parceiro, que já promove turismo há muito tempo, pois recebe caravanas de diversas partes do Estado, permitindo aos turistas a conhecerem as maravilhas e belezas do local, com excelente estrutura não apenas para receber e garantir diversão, mas também para a realização de eventos sociais e comerciais.
Laudelino Nogueira – Sim! Fazemos esse tipo de parceria, inclusive, em 2017 e 2018 realizamos o Arraial das Abóboras. Relacionado a isso, temos que falar das nossas parcerias com o Sistema S aqui em Rio Verde, o Sebrae, o Senar e o Senac, que têm sido muito importantes na estruturação de todos os eventos e ações da diretoria municipal de turismo de Rio Verde. Temos também parcerias com a Tecnoshow, a Exposição Agropecuária e a Sudoexpo, que têm suas atuações no turismo de negócios.
O Silvestre Park também é outro parceiro, que já promove turismo há muito tempo, pois recebe caravanas de diversas partes do Estado, permitindo aos turistas a conhecerem as maravilhas e belezas do local, com excelente estrutura não apenas para receber e garantir diversão, mas também para a realização de eventos sociais e comerciais.
O Espaço – Tem mais alguma coisa que o senhor gostaria de dizer?
Laudelino Nogueira – Neste ano pretendemos realizar o Festival de Gastronomia, com um nome que ainda não foi definido; já fizemos o Circuito Gastronômico ano passado, chamado Sabores de Rio Verde e, a ideia é que neste ano possamos fazê-lo com maior amplitude; iremos inaugurar neste ano o Portal da Cidade, que vai ficar muito bonito e será também um cartão postal da cidade, mas que está com apenas 70% do projeto concluído e, lá, será também o lugar onde o turista poderá receber todas as informações inerentes ao nosso município, inclusive, será a sede da Diretoria de Turismo.
Vamos criar também, a Casa do Artesão, que é um projeto de suma importância para a divulgação dos nossos artesãos e seus trabalhos..
Laudelino Nogueira – Neste ano pretendemos realizar o Festival de Gastronomia, com um nome que ainda não foi definido; já fizemos o Circuito Gastronômico ano passado, chamado Sabores de Rio Verde e, a ideia é que neste ano possamos fazê-lo com maior amplitude; iremos inaugurar neste ano o Portal da Cidade, que vai ficar muito bonito e será também um cartão postal da cidade, mas que está com apenas 70% do projeto concluído e, lá, será também o lugar onde o turista poderá receber todas as informações inerentes ao nosso município, inclusive, será a sede da Diretoria de Turismo.
Vamos criar também, a Casa do Artesão, que é um projeto de suma importância para a divulgação dos nossos artesãos e seus trabalhos..








