2019-07-14 20:00:00
Prefeito fala de sua gestão e mostra obras realizadas no Município
“Já fizemos muito e vamos fazer muito mais. Se alguém perguntar se temos muito dinheiro, a resposta vai ser que os valores que entram no caixa são os mesmos do governo passado. Temos conseguido entregar muitas obras; temos investido em toda a cidade; estamos pagando em dia funcionários e fornecedores... Isso tudo, porque sabemos gerenciar e valorizar o dinheiro do contribuinte.” Disse o prefeito de Rio Verde, Paulo do Vale
Em entrevista exclusiva ao Jornal O Espaço, o Prefeito de Rio Verde, Paulo Faria do Vale fala do sucesso de sua gestão marcada por obras importantes e ações que dão segurança, saúde e deixa a cidade mais moderna e considerada em uma das melhores para se viver
O Espaço – O senhor acredita que atendeu bem a população rio-verdense, nesses dois anos e meio de governo?
Paulo do Vale – Devo dizer que desde o início da nossa gestão, o que temos feito é trabalhar, agora, esse julgamento, quem deve fazer é a população.
Todos sabem que trabalhamos 24 horas por dia para dar tudo ou o máximo possível que o povo precisa. Também não é novidade que a cidade estava defasada com relação aos aparelhos públicos, nas áreas de estrutura, saúde, educação, mobilidade urbana, parques e jardins, entre outras.
No primeiro momento, em apenas 16 dias de governo, o que fizemos foi colocar 2.500 crianças dentro das salas de aula. A solução para a defasagem de vagas foi buscada ainda no período de transição, pelo secretário Miguel, e contratamos as salas modulares, que mais tarde foram doadas pelo Ministério Público Federal. Essa foi a nossa primeira ação efetiva.
Na área de saúde, nos primeiros 6 meses, realizamos algumas ações para diminuir as cirurgias eletivas; nesse período foram feitas mais de 800 cirurgias de cataratas e, praticamente, zeramos a fila de espera. Foram feitas também cirurgias de hérnias, vesículas... Para fazer essas cirurgias, também criamos mais 16 leitos no hospital municipal, utilizando as estruturas modulares. Na região norte, onde existe grande população e, portanto, alta demanda, inauguramos mais uma unidade especializada, do CAIS – Centro de Atendimento Integrado de Saúde; iniciamos reforma de vários postos de saúde, em diversos bairros da cidade.
Também estamos reaparelhando o hospital municipal, contratando mais médicos, mais enfermeiras e técnicos em enfermagem; abastecemos a farmácia; reativamos o serviço de transporte para levar pacientes para Barretos e Goiânia, inclusive, com mais conforto e segurança; alugamos uma nova casa de apoio em Barretos; criamos o programa Melhor em Casa, que atende atualmente mais de 400 pacientes em suas casas; reativamos e ampliamos o Posto de Saúde da Promissão.
A saúde caminha também com alguns projetos essenciais, como o Mais Saúde para os Servidores, que está super ativo e que cuida da saúde do trabalhador; o CAPS 2 – Centro de atendimento psicossocial – para o qual estamos montando uma casa própria, no Bairro Gameleira; tem também o CAPS AD – que lida com pessoas dependentes de álcool e drogas.
Paulo do Vale – Devo dizer que desde o início da nossa gestão, o que temos feito é trabalhar, agora, esse julgamento, quem deve fazer é a população.
Todos sabem que trabalhamos 24 horas por dia para dar tudo ou o máximo possível que o povo precisa. Também não é novidade que a cidade estava defasada com relação aos aparelhos públicos, nas áreas de estrutura, saúde, educação, mobilidade urbana, parques e jardins, entre outras.
No primeiro momento, em apenas 16 dias de governo, o que fizemos foi colocar 2.500 crianças dentro das salas de aula. A solução para a defasagem de vagas foi buscada ainda no período de transição, pelo secretário Miguel, e contratamos as salas modulares, que mais tarde foram doadas pelo Ministério Público Federal. Essa foi a nossa primeira ação efetiva.
Na área de saúde, nos primeiros 6 meses, realizamos algumas ações para diminuir as cirurgias eletivas; nesse período foram feitas mais de 800 cirurgias de cataratas e, praticamente, zeramos a fila de espera. Foram feitas também cirurgias de hérnias, vesículas... Para fazer essas cirurgias, também criamos mais 16 leitos no hospital municipal, utilizando as estruturas modulares. Na região norte, onde existe grande população e, portanto, alta demanda, inauguramos mais uma unidade especializada, do CAIS – Centro de Atendimento Integrado de Saúde; iniciamos reforma de vários postos de saúde, em diversos bairros da cidade.
Também estamos reaparelhando o hospital municipal, contratando mais médicos, mais enfermeiras e técnicos em enfermagem; abastecemos a farmácia; reativamos o serviço de transporte para levar pacientes para Barretos e Goiânia, inclusive, com mais conforto e segurança; alugamos uma nova casa de apoio em Barretos; criamos o programa Melhor em Casa, que atende atualmente mais de 400 pacientes em suas casas; reativamos e ampliamos o Posto de Saúde da Promissão.
A saúde caminha também com alguns projetos essenciais, como o Mais Saúde para os Servidores, que está super ativo e que cuida da saúde do trabalhador; o CAPS 2 – Centro de atendimento psicossocial – para o qual estamos montando uma casa própria, no Bairro Gameleira; tem também o CAPS AD – que lida com pessoas dependentes de álcool e drogas.
O Espaço – Percebe-se que a área de saúde, em Rio Verde, vai bem, mas muitos confundem a “regulação” de Goiânia, que é de responsabilidade do governo estadual e não do município.
Paulo do Vale – É preciso entender que essa “regulação” não atende apenas Rio Verde, mas todo o estado e tem uma central que coordena tudo, na Capital. Então, se temos um paciente precisando de uma cirurgia cardíaca, que não fazemos aqui em Rio Verde, encaminhamos através da “regulação”, para essa Central, a solicitação da vaga em um hospital que faça essa cirurgia, e assim, ficamos dependentes dessa busca em uma fila de espera. Isso também acontece quando precisamos de um leito de UTI Neonatal, ou até mesmo uma UTI adulto, quando não temos mais vagas, aqui. Também existem casos de exames de alta complexidade e que não são realizados aqui, que precisamos fazer o mesmo procedimento e aguardar vaga da “regulação”.
Agora, tudo que depende apenas de nós, temos cuidado e dado cem por cento de apoio, resolvendo o mais rápido possível, de acordo com a nossa capacidade de atendimento.
Podemos afirmar que estamos dando soluções rápidas para 90% dos casos de saúde, aqui em Rio Verde, principalmente, depois que fizemos convênio com o Hospital do Câncer, que tem excelentes salas de atendimento, onde 55 leitos estão à disposição do Município.
Paulo do Vale – É preciso entender que essa “regulação” não atende apenas Rio Verde, mas todo o estado e tem uma central que coordena tudo, na Capital. Então, se temos um paciente precisando de uma cirurgia cardíaca, que não fazemos aqui em Rio Verde, encaminhamos através da “regulação”, para essa Central, a solicitação da vaga em um hospital que faça essa cirurgia, e assim, ficamos dependentes dessa busca em uma fila de espera. Isso também acontece quando precisamos de um leito de UTI Neonatal, ou até mesmo uma UTI adulto, quando não temos mais vagas, aqui. Também existem casos de exames de alta complexidade e que não são realizados aqui, que precisamos fazer o mesmo procedimento e aguardar vaga da “regulação”.
Agora, tudo que depende apenas de nós, temos cuidado e dado cem por cento de apoio, resolvendo o mais rápido possível, de acordo com a nossa capacidade de atendimento.
Podemos afirmar que estamos dando soluções rápidas para 90% dos casos de saúde, aqui em Rio Verde, principalmente, depois que fizemos convênio com o Hospital do Câncer, que tem excelentes salas de atendimento, onde 55 leitos estão à disposição do Município.
O Espaço – Uma obra que a população cobra, é o compromisso com o hospital Materno Infantil. O que aconteceu para essa obra não sair?
Paulo do Vale – Esse caso depende exclusivamente da licitação. A empresa que venceu em 2014 abandonou o serviço, e agora, estamos com nova licitação em andamento. Estamos torcendo para conseguirmos desta vez, uma empresa que tenha compromisso com o poder público.
Mas agora Rio Verde vai ter o seu Materno Infantil. Trinta e cinco por cento da obra já está concluída; temos verbas disponibilizadas e só falta a construtora responsável, que vencer a licitação. Assim sendo, creio que em dezoito meses, essa obra fica pronta.
Paulo do Vale – Esse caso depende exclusivamente da licitação. A empresa que venceu em 2014 abandonou o serviço, e agora, estamos com nova licitação em andamento. Estamos torcendo para conseguirmos desta vez, uma empresa que tenha compromisso com o poder público.
Mas agora Rio Verde vai ter o seu Materno Infantil. Trinta e cinco por cento da obra já está concluída; temos verbas disponibilizadas e só falta a construtora responsável, que vencer a licitação. Assim sendo, creio que em dezoito meses, essa obra fica pronta.
O Espaço – Outro motivo de reclamações é sobre o portal da cidade. Por que aquela obra está paralisada?
Paulo do Vale – O fato é que a mesma empresa que tinha vencido a licitação para construir o Materno Infantil, era dona de outra empresa menor, que também venceu a licitação para fazer o portal da cidade e, faltando dez por cento para terminar, ela também abandonou a obra. Mas, já estamos realizando os procedimentos necessários para conseguir outra empresa e, feito isso, em cerca de trinta dias, o portal será entregue à população.
Paulo do Vale – O fato é que a mesma empresa que tinha vencido a licitação para construir o Materno Infantil, era dona de outra empresa menor, que também venceu a licitação para fazer o portal da cidade e, faltando dez por cento para terminar, ela também abandonou a obra. Mas, já estamos realizando os procedimentos necessários para conseguir outra empresa e, feito isso, em cerca de trinta dias, o portal será entregue à população.
O Espaço – Outra cobrança da oposição, é o compromisso de campanha, sobre a municipalização do serviço de saneamento em Rio Verde. O senhor tem uma resposta para esse caso?
Paulo do Vale – Claro que tenho! Assim que assumimos o poder, junto com a procuradoria, estudamos a possibilidade de cobrar a diminuição do preço das taxas de água e esgoto, e também para quebrar aquele acordo que foi feito na gestão passada, sobre a renovação da concessão para a exploração desses serviços na Saneago.
Para nossa surpresa, a procuradoria entendeu que um processo cobrando isso, não seria a melhor forma de efetivamente buscar redução de preço, qualidade do serviço e qualidade na entrega da água, porque não teríamos êxito. Em virtude disso, optei por enfrentar o desgaste e não entrar com essa ação apenas para dar satisfação para a população, colocando a culpa na justiça. Para resolver essa situação, criamos a Agência Municipal de Água e Esgoto, que terá o papel de cobrar a regulação, a prestação do serviço com qualidade, entrega do produto com qualidade, atender as reclamações dos usuários, monitorar a execução das obras e ainda, exercer a tarifação. Essa agência vai começar a funcionar em setembro; vai dar a resposta e vai corresponder àquele compromisso de campanha.
Paulo do Vale – Claro que tenho! Assim que assumimos o poder, junto com a procuradoria, estudamos a possibilidade de cobrar a diminuição do preço das taxas de água e esgoto, e também para quebrar aquele acordo que foi feito na gestão passada, sobre a renovação da concessão para a exploração desses serviços na Saneago.
Para nossa surpresa, a procuradoria entendeu que um processo cobrando isso, não seria a melhor forma de efetivamente buscar redução de preço, qualidade do serviço e qualidade na entrega da água, porque não teríamos êxito. Em virtude disso, optei por enfrentar o desgaste e não entrar com essa ação apenas para dar satisfação para a população, colocando a culpa na justiça. Para resolver essa situação, criamos a Agência Municipal de Água e Esgoto, que terá o papel de cobrar a regulação, a prestação do serviço com qualidade, entrega do produto com qualidade, atender as reclamações dos usuários, monitorar a execução das obras e ainda, exercer a tarifação. Essa agência vai começar a funcionar em setembro; vai dar a resposta e vai corresponder àquele compromisso de campanha.
O Espaço – E sobre a construção da nova prefeitura. O senhor mudou de ideia? Em que pé está aquele projeto?
Paulo do Vale – Essa construção depende da liberação da secretaria do tesouro nacional, com financiamento via BNDS – Banco Nacional do Desenvolvimento Social. Como naquele momento, para essa liberação, estávamos com alto índice de comprometimento da folha de pagamento, tornou-se inviável. Agora, esse índice está baixando e, assim que entrar no percentual adequado, teremos a liberação dos recursos. Depois, será licitar e executar a obra.
Paulo do Vale – Essa construção depende da liberação da secretaria do tesouro nacional, com financiamento via BNDS – Banco Nacional do Desenvolvimento Social. Como naquele momento, para essa liberação, estávamos com alto índice de comprometimento da folha de pagamento, tornou-se inviável. Agora, esse índice está baixando e, assim que entrar no percentual adequado, teremos a liberação dos recursos. Depois, será licitar e executar a obra.
O Espaço – Falando agora da cidade, a ideia de trazer as abóboras como tema nesse período de festas juninas foi do senhor?
Paulo do Vale – Essa ideia foi minha. Sempre pensei que todo negócio; todo povo e nação tem que ter um símbolo e, já que a história já deixou esse símbolo para Rio Verde, consagrado na obra do Visconde de Taunay, quando falou da passagem de soldados do exército brasileiro por nossa região, que se alimentaram com as abóboras.
As abóboras já foram temas de festas na cidade, mas, nós trouxemos as abóboras gigantes e as espalhamos pelas avenidas de Rio Verde, para simbolizar o nosso município, ficando enraizado na mente das pessoas, inclusive, sendo motivo de orgulho para nós.
O povo gostou e não vamos parar; vamos procurar trazer abóboras muito maiores nas próximas oportunidade.
Paulo do Vale – Essa ideia foi minha. Sempre pensei que todo negócio; todo povo e nação tem que ter um símbolo e, já que a história já deixou esse símbolo para Rio Verde, consagrado na obra do Visconde de Taunay, quando falou da passagem de soldados do exército brasileiro por nossa região, que se alimentaram com as abóboras.
As abóboras já foram temas de festas na cidade, mas, nós trouxemos as abóboras gigantes e as espalhamos pelas avenidas de Rio Verde, para simbolizar o nosso município, ficando enraizado na mente das pessoas, inclusive, sendo motivo de orgulho para nós.
O povo gostou e não vamos parar; vamos procurar trazer abóboras muito maiores nas próximas oportunidade.
O Espaço – Qual é a sensação e o prazer de ser prefeito de Rio verde, embora, os políticos, atualmente, são muito criticados?
Paulo do Vale – Olha! Quando me dispus a ser prefeito, não era porque eu tinha um sonho e a vaidade de ser prefeito desta cidade, era porque eu tinha muitas ideias e vontade de fazer desta, uma cidade melhor, mais justa e mais preparada em todos os setores.
Quando você cuida da saúde dos moradores; quando você coloca crianças dentro das salas de aula; quando você investe em segurança, você está construindo uma cidade melhor. Então, estou aqui para realizar tudo isso; estou aqui para trabalhar e esses são nossos desafios; esse é o nosso lema, “nossa força é o trabalho”.
Devemos frisar que com as mudanças que fizemos no trânsito de Rio Verde reduzimos em sessenta e dois por cento o número de acidentes na cidade, o que nos coloca bem posicionados em relação à cidades paulistas com população superior a duzentos mil habitantes. Então, a vontade de fazer uma cidade, o trabalho e as realizações nos levam a resistir às críticas e ataques de quem quer que seja.
Paulo do Vale – Olha! Quando me dispus a ser prefeito, não era porque eu tinha um sonho e a vaidade de ser prefeito desta cidade, era porque eu tinha muitas ideias e vontade de fazer desta, uma cidade melhor, mais justa e mais preparada em todos os setores.
Quando você cuida da saúde dos moradores; quando você coloca crianças dentro das salas de aula; quando você investe em segurança, você está construindo uma cidade melhor. Então, estou aqui para realizar tudo isso; estou aqui para trabalhar e esses são nossos desafios; esse é o nosso lema, “nossa força é o trabalho”.
Devemos frisar que com as mudanças que fizemos no trânsito de Rio Verde reduzimos em sessenta e dois por cento o número de acidentes na cidade, o que nos coloca bem posicionados em relação à cidades paulistas com população superior a duzentos mil habitantes. Então, a vontade de fazer uma cidade, o trabalho e as realizações nos levam a resistir às críticas e ataques de quem quer que seja.
O Espaço – As críticas dos vereadores de oposição incomodam o senhor ou não?
Paulo do Vale – Isso faz parte do jogo democrático. É claro que recebo o contraditório saudável, que é aquele que soma, da melhor forma possível, pois entendo que não sou dono da verdade. Sou um homem que aceita mudanças em certas situações. Agora, essa “politicalha”, que não é a minha forma de fazer política, é desagradável e desrespeitosa, mas, deixo para que no futuro a própria população julgue, pois ela é soberana e capaz de saber quem se preocupa ou não, com a cidade, quem fala a verdade ou não, quem cumpre ou não os compromissos assumidos...
Paulo do Vale – Isso faz parte do jogo democrático. É claro que recebo o contraditório saudável, que é aquele que soma, da melhor forma possível, pois entendo que não sou dono da verdade. Sou um homem que aceita mudanças em certas situações. Agora, essa “politicalha”, que não é a minha forma de fazer política, é desagradável e desrespeitosa, mas, deixo para que no futuro a própria população julgue, pois ela é soberana e capaz de saber quem se preocupa ou não, com a cidade, quem fala a verdade ou não, quem cumpre ou não os compromissos assumidos...
O Espaço – Muitas prefeituras no Brasil estão quebradas. Não se fala o mesmo da prefeitura de Rio Verde. Ela tem dinheiro?
Paulo do Vale – Não é que tem dinheiro. Posso dizer que tem gestão. Os valores que entram no caixa são os mesmos do governo passado. Por que temos conseguido entregar tantas obras? Por que estamos investindo em toda a cidade? Por que pagamos em dia funcionários e fornecedores? A resposta é apenas uma: um bom gerenciamento.
Alguém pode dizer que arrecadamos muito, mas, por outro lado, temos toda a problemática de uma cidade grande, com 240 mil habitantes, os gastos e investimentos também são altos.
Paulo do Vale – Não é que tem dinheiro. Posso dizer que tem gestão. Os valores que entram no caixa são os mesmos do governo passado. Por que temos conseguido entregar tantas obras? Por que estamos investindo em toda a cidade? Por que pagamos em dia funcionários e fornecedores? A resposta é apenas uma: um bom gerenciamento.
Alguém pode dizer que arrecadamos muito, mas, por outro lado, temos toda a problemática de uma cidade grande, com 240 mil habitantes, os gastos e investimentos também são altos.
O Espaço – O que temos de novo, para cinco de agosto, no aniversário da cidade?
Paulo do Vale – Olha! Eu inauguro obras durante o ano todo; não tenho nada específico para ser entregue ou vou fazer alguma coisa apenas para ser entregue no dia do aniversário... Temos aí quadras poliesportivas; praças; usina de reciclagem; obras de mobilidade urbana; creches, inclusive, no dia cinco vamos entregar as creches do DIMPE – Distrito de Micro e Pequenas Empresas de Rio Verde, e do Bairro Eldorado... Mas, durante o mês de agosto, vamos ter shows na cidade, desfile e ainda vamos trazer a Esquadrilha da Fumaça para fazer um show aéreo em cima da cidade, além de festas nos distritos.
O mais importante é que temos várias obras em andamento, que serão entregues durante o ano, e outras, para serem iniciadas, como uma ponte que vai atravessar o Córrego Sapo, a ampliação dos túneis do Gameleira e da Renovação, onde vamos aumentar de três para quatro pistas de rolamento para resolver os problemas de congestionamento nesses locais. Vamos ainda interligar a região sul ao centro da cidade.
Vamos também, iniciar uma intervenção na BR 452, no entroncamento com a BR 060, já temos autorização do DENIT, através de um termo de cooperação, para resolver ali, outro problema sério de congestionamento.
Também vamos entregar os parques no Interlagos. Apesar de não termos data de entrega, as obras já estão oitenta por cento concluídas. Iniciamos o Parque Veneza, que será muito importante e diferenciado na região norte da cidade; também iniciamos a praça do Monte Sião; em agosto, também vamos começar a trabalhar na praça do Bairro Popular, que será uma obra rápida. Terminando a obra no Popular, vamos para a Vila Maria e depois para o Promissão, Serpro, Dom Miguel, Recanto do Bosque, Nilson Veloso... Vamos fazer também a revitalização do espelho d’água através da iluminação e uma ponte de ligação entre a Vila Moraes e o espelho d’água.
Quero lembrar ainda, que as praças de Rio Verde serão locais para as famílias, com toda a segurança possível.
Entre as obras que temos para iniciar neste segundo semestre, vamos fazer um chamamento para a construção de mil e oitocentas casas populares em frente ao Nilson Veloso I. Essa obra é financiada pelo governo federal e vamos torcer para que o Presidente reative esse programa.
Paulo do Vale – Olha! Eu inauguro obras durante o ano todo; não tenho nada específico para ser entregue ou vou fazer alguma coisa apenas para ser entregue no dia do aniversário... Temos aí quadras poliesportivas; praças; usina de reciclagem; obras de mobilidade urbana; creches, inclusive, no dia cinco vamos entregar as creches do DIMPE – Distrito de Micro e Pequenas Empresas de Rio Verde, e do Bairro Eldorado... Mas, durante o mês de agosto, vamos ter shows na cidade, desfile e ainda vamos trazer a Esquadrilha da Fumaça para fazer um show aéreo em cima da cidade, além de festas nos distritos.
O mais importante é que temos várias obras em andamento, que serão entregues durante o ano, e outras, para serem iniciadas, como uma ponte que vai atravessar o Córrego Sapo, a ampliação dos túneis do Gameleira e da Renovação, onde vamos aumentar de três para quatro pistas de rolamento para resolver os problemas de congestionamento nesses locais. Vamos ainda interligar a região sul ao centro da cidade.
Vamos também, iniciar uma intervenção na BR 452, no entroncamento com a BR 060, já temos autorização do DENIT, através de um termo de cooperação, para resolver ali, outro problema sério de congestionamento.
Também vamos entregar os parques no Interlagos. Apesar de não termos data de entrega, as obras já estão oitenta por cento concluídas. Iniciamos o Parque Veneza, que será muito importante e diferenciado na região norte da cidade; também iniciamos a praça do Monte Sião; em agosto, também vamos começar a trabalhar na praça do Bairro Popular, que será uma obra rápida. Terminando a obra no Popular, vamos para a Vila Maria e depois para o Promissão, Serpro, Dom Miguel, Recanto do Bosque, Nilson Veloso... Vamos fazer também a revitalização do espelho d’água através da iluminação e uma ponte de ligação entre a Vila Moraes e o espelho d’água.
Quero lembrar ainda, que as praças de Rio Verde serão locais para as famílias, com toda a segurança possível.
Entre as obras que temos para iniciar neste segundo semestre, vamos fazer um chamamento para a construção de mil e oitocentas casas populares em frente ao Nilson Veloso I. Essa obra é financiada pelo governo federal e vamos torcer para que o Presidente reative esse programa.
O Espaço – O senhor gostaria de dizer mais alguma coisa?
Paulo do Vale – Só agradecer a população! Quero dizer também que vamos continuar trabalhando para essa cidade e esse povo que gostamos muito e temos respeito.
Paulo do Vale – Só agradecer a população! Quero dizer também que vamos continuar trabalhando para essa cidade e esse povo que gostamos muito e temos respeito.
Transcrição:
Divino Ramos
Divino Ramos







