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2021-05-06 19:52:00

Dia do trabalho comemorar ou, lamuriar

Neste primeiro de maio Brasil chegou aos 14,4 milhões desempregados, e o governo Bolsonaro sem projeto, sem ação e evita falar da crise social, que aprofunda em seu governo, 19 milhões passaram fome no Brasil no fim de 2020, segundo pesquisas encomendada por entidades, que trabalha no combate a fome.

Neste primeiro de maio Brasil chegou aos 14,4 milhões desempregados, e o governo Bolsonaro sem projeto, sem ação e evita falar da crise social, que aprofunda em seu governo, 19 milhões passaram fome no Brasil no fim de 2020, segundo pesquisas encomendada por entidades, que trabalha no combate a fome.

Primeiro de maio sem nada a comemorar; IBGE mostra que 14,4 milhões de brasileiros estavam em busca de uma vaga no trimestre encerrado em fevereiro — um recorde. Renda dos que conseguiram se manter no mercado caiu e número de desalentados aumentou. Para analistas, quadro ainda pode piorar

O dia do trabalho, celebrado em 1 de maio, é um marco na história mundial para comemorar todas as profissões. Desde a primeira Revolução Industrial, o conceito de trabalho vem sofrendo com consequentes alterações. Novas tecnologias criaram diferentes funções e profissões

Primeiro de maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora mais do que um feriado, carrega um histórico de luta por direitos. Ao invés de celebrar, neste 2021, a classe trabalhadora tem ainda mais motivos para reivindicar. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), durante o último ano de pandemia, houve uma redução de 8,8% nas horas trabalhadas, o que representa a perda de 255 milhões de empregos de tempo integral ao redor de mundo, quatro vezes mais do que em 2019.
Nos primeiros quatro meses do ano, a tendência se manteve, com a diminuição de 3% das horas trabalhadas em todo o planeta, equivalente a 90 milhões de empregos.

Governo Bolsonaro e os Retrocessos
Na última terça-feira 27/04, o presidente Jair Bolsonaro editou uma nova Medida Provisória autorizando a suspensão dos contratos de trabalho por até quatro meses, o adiamento do pagamento do fundo de garantia (FGTS) e a diminuição dos salários em até 70%. Em 2020, com uma MP similar, 1,5 milhão tiveram os salários reduzidos e 9,8 milhões os contratos suspensos.
A socióloga Tábata Berg identifica que a precarização se expressou um tripé: terceirização, uberização e desmonte das leis trabalhistas.