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Karlos cabral quer destinar recursos para aquisição de vacina contra covid-19 em goiás
Ter, 05 de Janeiro de 2021 07:56
O deputado estadual Karlos Cabral é autor do projeto de lei que está em trâmite na Assembleia Legislativa, onde destina recursos da Lei Orçamentária Anual de 2021 (LOA) para a compra de lotes de vacina contra COVID-19 para a imunização da população goiana. 

   O deputado estadual Karlos Cabral é autor do projeto de lei que está em trâmite na Assembleia Legislativa, onde destina recursos da Lei Orçamentária Anual de 2021 (LOA) para a compra de lotes de vacina contra COVID-19 para a imunização da população goiana. 
   No projeto, a vacinação deve seguir os critérios estabelecidos pela Organização Pan Americana da Saúde, devendo atender prioritariamente os profissionais de saúde, educação, segurança pública e o grupo de risco (idosos, pessoas com doenças crônicas, cardiovasculares, respiratórias, diabetes e câncer), lembrando também dos deficientes visuais, que utilizam o toque como forma de visualização do mundo.
   “A vacina já é realidade, por isso é fundamental traçar políticas públicas para evitar possíveis problemas de planejamento no acesso da população de Goiás na esperada e desejada imunização contra COVID-19” justificou Karlos Cabral. 
IMUNIZAÇÃO NACIONAL 
   Na última semana, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu dois pedidos de Uso Emergencial de vacinas contra a COVID-19, que já finalizaram a terceira e última etapa de testes. Trata-se da CoronaVac, vacina desenvolvida pelas empresas Sinovac (China) e Instituto Butantan (Brasil), que apresentou eficácia em até 78%. De acordo com os pesquisadores chineses, a CoronaVac não apresentou “nenhuma preocupação com relação à segurança”. A maioria das reações foram leves, sendo que a mais comum foi a dor no local da injeção.
   A segunda foi a ChAdOx1. O desenvolvimento da tecnologia é da Universidade de O     xford com a farmacêutica AstraZeneca, sendo que ambas estão localizadas no Reino Unido. A vacina mostrou eficácia média de 70,4%, com até 90% de eficácia no grupo que tomou a dose menor. Os dados foram publicados na “The Lancet”, em dezembro. Nenhum evento adverso grave ou morte foram associados à aplicação da mesma.
A partir da data do pedido emergencial, a reguladora tem 10 dias para analisar os documentos e conceder, ou não, a liberação para aplicação e início da imunização nacional.

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