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O IPARV é o melhor instituto da previdência goiana
Ter, 08 de Janeiro de 2019 09:58
“Com relação à saúde financeira e o seu crescimento patrimonial, posso afirmar que desde o início da administração do Dr. Paulo do Vale, tivemos um aumento de 45,17% e atingimos um patrimônio líquido de 203 milhões de reais.” Diz Alexandre Macedo, presidente do IPARV.

O Espaço – Você já trabalhou na direção geral da saúde em Rio Verde, no CAIS, e agora, veio comandar o IPARV. Como está o IPARV nas gestões de Paulo do Vale e de Alexandre Macedo?
     Alexandre Macedo – Antes de tudo, é muito importante ressaltar que o IPARV é o terceiro orçamento do Município, estando atrás apenas da Saúde e da Educação. Faço questão de dizer isso porque é um referencia a responsabilidade exigida para se gerir um órgão como esse. Temos dois CNPJs, sendo um deles o IPARV Assistência, que é o plano de saúde e, o outro, o IPARV Previdência, que cuida das aposentadorias e de todos os benefícios previdenciários. Assim, todo o trabalho dentro do IPARV se refere à gestão e administração desses recursos.

O Espaço – Na sua gestão o número de médicos especialistas aumentou muito.
     Alexandre Macedo – Isso mesmo! Temos tido uma preocupação muito grande em relação ao IPARV Assistência, pois trata-se de um plano de saúde consolidado e que já atende de mais de 10 mil vidas; tivemos um crescimento muito grande desde o início da nossa gestão. Foram mais de mil novos servidores e agregados que aderiram ao plano, por isso, a importância de ampliar as especialidades médicas. Hoje, só não temos especialidades em três áreas e, mesmo assim, quando o servidor precisa de atendimento para uma delas, ele pode ir aos consultórios particulares e ter reembolsado o valor pago.
     Então, toda a área de atendimento do IPARV, tanto médica quanto odontológica tem atendido muito bem o usuário, inclusive, contamos com mais de 200 médicos cadastrados entre médicos, dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, entre outros. Essa variedade de áreas de atendimento faz com que o IPARV seja diferenciado dos demais planos de saúde.
     Por um lado, creio que ainda temos muito para fazer; porém, do outro, temos a grata satisfação de dizer que o IPARV é um plano de saúde confiável e que tem atingido seus objetivos de atender bem o servidor público.

O Espaço – Existe no IPARV, alguns casos ou situações que o plano não cobre?
     Alexandre Macedo – Como todo plano de saúde, temos um rol de inclusões e de exclusões de procedimentos. Este plano não tem como cobrir nenhum tratamento da área de estética, como por exemplo, as cirurgias bariátricas e outras que exigem órteses, próteses e OPME, que é material específico. O IPARV atende apenas os casos de urgência e emergência, sendo ainda que nos casos de cirurgias eletivas, que são aquelas que o paciente pode aguardar para fazer, não existe essa cobertura. Esses são alguns exemplos de exclusões do plano, acessíveis nos contratos de adesões e no site.
Gostaria ainda de passar uma informação adicional. O IPARV é um plano mais em conta do que qualquer outro; ele cobra 10% do salário bruto do servidor e, já que a média salarial dos servidores da prefeitura de Rio Verde é de 2.500 reais, eles pagam média de 250 reais para ter atendimento médico e odontológico, o que é muito abaixo dos demais planos.
     É claro que temos algumas limitações de cobertura porque caso contrário, não conseguiríamos manter a saúde financeira do plano, por isso, preferimos entrar em uma linha de equilíbrio entre o bom atendimento ao servidor e o zelo por essa saúde financeira do plano.

O Espaço – O que você pode falar sobre as máquinas para se passar o cartão, que evita a necessidade de emissão de guias de atendimento?
     Alexandre Macedo – Esse era um antigo clamor dos usuários, já que eles precisavam vir ao IPARV pagar as guias relativas às taxas de coparticipação do plano, o que demandava muito tempo. Então, com a implementação das maquininhas de pagamento via cartão de crédito ou débito, economizou-se o tempo e trouxe conforto para o servidor. A partir do próximo ano, haverá também, a possibilidade de parcelamento das guias com valores superiores, em até três vezes.

O Espaço – Com relação a aposentadoria o plano segue as normais nacionais? Por que surgiram boatos que o IPARV estava quebrado?
     Alexandre Macedo – Essa é uma boa pergunta, principalmente, para que eu possa tranquilizar todos os presentes e futuros aposentados e pensionistas. Como em todos os planos do Brasil, temos também o chamado deficit atuarial e temos tomados algumas providências para que ele seja atenuado; estamos fazendo um “pente fino” nos benefícios previdenciários e também com uma compensação que poderá render até 20 milhões de reais de entrada para os caixas do instituto; temos também a realização de concursos públicos nesta gestão, o que já foi feito na Educação, na UniRV, que também é conveniada conosco e agora, recentemente, com a Guarda Municipal. .  Todos esses servidores já vão entrar contribuindo com o IPARV. Então, já tomamos medidas importantes, que vão diminuir esse déficit atuarial.
Outra coisa importante para se informar com relação à saúde financeira do IPARV, é o nosso crescimento patrimonial. Desde o início da administração do Dr. Paulo do Vale, tivemos um aumento de 45,17% e atingimos um patrimônio líquido de 203 milhões de reais.
     Somente para se ter uma ideia, a GOIASPREV, que é a previdência de todos os servidores de Goiás, englobando os 246 municípios goianos, tem um patrimônio de 60 milhões. Esse dinheiro está sendo aplicado da forma correta; estamos conseguindo atingir nossas metas e, ele é uma garantia para as futuras aposentadorias e pensões.
O conselho gestor do IPARV, o conselho financeiro e o comitê financeiro, que governam o instituto, comigo, tem me apoiado muito em todas as decisões tomadas; temos uma consultoria financeira eficiente que nos norteia para que possamos fazer os investimentos necessários para que esse patrimônio cresça ainda mais.
Na verdade, não estou dizendo que estamos livres de problemas, porém, ao mesmo tempo, estou afirmando que somos um dos institutos mais ricos e bem preparados para cumprir com os compromissos atuais e futuros.

O Espaço – O prédio do antigo fórum, hoje, é do IPARV. Como foi feita essa negociação?
     Alexandre Macedo – Há algum tempo existia uma lei que permitia a “dação em pagamento”. Alguns entes que tinham débitos com instituto, como a própria prefeitura, a UniRV e também a Câmara Municipal pagavam dívidas passando imóveis para o instituto. A lei não permite mais, isso.
     Hoje, o prédio do antigo fórum, que é do IPARV, é alugado para a UniRV e, ainda temos uma casa, onde funcionava antigamente, a sede do IPARV, quem também é alugada para a prefeitura e que é o local onde funciona as secretarias de turismo e trabalho, na Rua Augusta Bastos. Temos também o prédio sede e mais duas áreas, sendo uma no Bairro Veneza e a outra no Canaã. Tudo isso vem somar ao patrimônio do Instituto, portanto, trata-se de uma grande inverdade, dizer que o IPARV está quebrando.  
     É claro que temos os nossos problemas; estamos tentando resolver, mas, temos solidez e patrimônio maior do que todos os institutos do Estado de Goiás. Assim, acho importante termos a oportunidade de tranquilizar a todos e dizer que esta gestão é transparente e tem a participação dos donos do IPARV, que são os funcionários públicos.

O Espaço – Outro boato que circula é que o IPARV está chamando os servidores inativos e licenciados para fazer aposentadorias compulsórias. O que há de verdade nisso?
     Alexandre Macedo – Isso não é verdade. A lei prevê aposentadoria compulsória apenas por questão de idade e estamos agindo de acordo com o que o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS já está fazendo no governo federal, que é um pente fino dos benefícios previdenciários. Os estados estão fazendo isso e, o IPARV começou a fazer pela secretaria da educação, no próximo ano vamos passar para a saúde e estender para toda a prefeitura.  
     Na verdade, o que estamos fazendo é reorganizando a situação dos servidores, pois existem alguns que estão em desvio de função, têm que voltar para os cargos de origem e, caso não consigam voltar, aí sim, terão que se aposentar, mediante a apresentação de laudo médico para a perícia do IPARV. Vale dizer que isso está sendo feito, também porque é uma forma de economizar recursos.
Como disse antes, é o momento de fazermos isso e está sendo feito para garantir o próprio benefício dos servidores. Obviamente, haverá uma ou outra insatisfação, isso já era esperado, porém, estamos seguindo o rito legal.

O Espaço – Tem mais alguma coisa que você gostaria de dizer?
     Alexandre Macedo – Apenas desejar aos usuários e pensionistas do IPARV, um feliz ano novo, cheio de paz e prosperidade, além de tranquilizar os mais de 15 mil usuários do instituto, reafirmando que esta gestão é transparente e responsável.

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